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"O Que Eu Penso De" Provocative in Pearls (The Rarest Blooms #2)

A Capa:
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A Sinopse:
The Earl of Hawkeswell has been living in limbo for two years, ever since his bride, heiress Verity Thompson, disappeared on their wedding day. As she hasn't been declared deceased, Hawkeswell cannot legally remarry and cannot access his wife's funds --- either of which would settle his dire financial crisis.
Coerced into marrying Hawkeswell by her duplicitous cousin, Verity fled London for the countryside. With no interest in the earl's title or status, she was willing to forfeit her inheritance in exchange for her freedom. Now that her ruse has been discovered, Verity is forced to return to a loveless marriage.
Hawkeswell strikes a bargain with Verity: In return for three kisses a day, he will not insist on his conjugal rights. But Verity discovers there are kisses ... and then there are kisses ... as she begins to learn the true meaning of seduction at the hands of a master.


A Opinião:
Antes de comentar este segundo volume da saga The Rarest Blooms quero dizer que li metade da obra em inglês e a outra metade em português, por isso não vou poder comentar nada relativo a traduções ou erros de publicação, mas vou sim dizer o seguinte: Que raio de título!
Da primeira vez que o li, o primeiro pensamento que tive foi que a personagem principal deveria ser uma badalhoca marota. Depois é que reparei na autora e li a primeira linha da sinopse. A Quinta Essência está a chamar provocadora à Verity?
Por esta altura eu já tinha lido um terço do livro, mas tinha a certeza de que de provocadora a Verity não tinha nada. Penso, portanto, que este é um daqueles casos em que a tradução à letra não compensa. O mesmo aconteceu no primeiro livro.
Falando então da obra em questão - neste volume vamos assistir a uma espécie de relação gato-rato, em que Verity corresponde ao segundo, supostamente morto no inicio, mas que depois de ser encontrada acidentalmente por Lord Hawkeswell, vai sendo "ressuscitada" aos poucos. Quer dizer, aos três beijos de cada vez. Esta ideia dos "três beijos por dia se não salto-te para cima" pareceu-me muito divertida e de certa forma inteligente logo desde o inicio. Se iria resultar ou não, já nós sabíamos a resposta. De qualquer forma, achei a resistência dela, fora dos períodos dos beijos, muito exagerada, visto que ela era tão receptiva nos outros momentos. A preocupação dela com Katy e Michael, que se mantém ausentes quase todo o livro, pareceu-me igualmente demais, principalmente quando ela não os via há anos e ainda por cima tinha um homem daqueles como marido.
Não, não é outra versão da Bela Adormecida, mas é mais uma versão do jogo "toca-e-foge" em que Madeline Hunter nos apresenta uma personagem feminina com bichos carpinteiros.
Depois de conhecermos Verity como Lizzie no livro anterior, Deslumbrante, aqui vamos depararmos-nos com alguém que só se aguentou dois anos no mesmo sítio porque fazia parte de um plano e espera já programados. Sinceramente achei as suas razões um pouco fraquinhas.
As razões da fuga não foram muito mais fortes, mas percebo que houve uma tentativa por criar uma ligação de empatia personagem-leitora. O problema é que eu sou apologista e defensora de personagens com características, incluindo a personalidade, mais fortes e não moscas mortas ou que se fingem de mortas.
Ok, talvez esteja a ser demasiado crítica, principalmente com a personagem principal quando o personagem masculino não foi assim tão romântico no inicio, mas também não consegui acreditar que ele fosse tão violento e mal humorado como o pintaram. Se a minha noiva rica e prometida fugisse no dia do casamento e de tivesse fingido de morta enquanto eu ficava na penúria e com terras e pessoas para alimentar também me apeteceria esganá-la.
O facto de Lizzie ser a noiva desaparecida não foi novidade para ninguém, referindo-me claro para quem leu o primeiro volume, mas o que nos surpreende é a forma como é encontrada e como Hawkeswell a vai conseguir levar das The Rarest Blooms.
A personagem de Hawkeswell também me pareceu um pouco bipolar, além de forçar demasiado a esposa para certas coisas, sendo uma delas entrar na carruagem para ir para Londres, claro! Suas mentes perversas!
Por fim, a personagem do primo de Verity e o que ele simboliza acabaram por melhorar a minha "relação" com a protagonista, o que melhorou um bocadinho toda a história.

Citação preferida:

"Blame it on the pearls (...) you looked dangerously provocative, and I quiet lost my good sense". Lord Hawkeswell, página 147

A Classificação:
3*

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